Damages, o retorno

27/01/2010

Eu vim fazer um post su-per-ba-ca-na sobre a volta foda da nossa querida Damages, mas a Claudia ja fez isso no @legendado.

Curte lá: http://colunas.tv.globo.com/legendado/2010/01/27/a-volta-da-melhor-serie-da-tv-e-jack-bauer-sem-sair-do-carro/

Faz tempo que não apareço por aqui. Vida de fim semestre é sempre f***. E ainda rola que fiquei meio indisposto essas últimas semanas a escrever qualquer coisa que fosse. Maaaas… as séries não param, nem eu! Então já aviso logo: este post deve ser grande.

Primeiro, quero dizer que voltei a ver alguns episódios na televisão, com direito a propaganda e erros na legenda. Me deu uma saudade… da época que não perdia UM episódio de Charmed. E tinha ritual e tudo pra assistir. Acabei vendo o episódio final da 5ª de Lost e o 100º episódio de Grey’s. Só coisa boa.

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True blood: Rola que tem 3 semanas que a série voltou e eu não me pronunciei ainda. É que ainda não to com uma opinião muito bem formada. A série é boa, sem dúvida. Mas eu não me canso de dizer: ela é esquisita demais! Enfim. Cada diálogo da Sookie com o Bill me da vontade de mudar de canal (opa, essa eu assisto no pc) e esquecer da série. E também quando aparece o Jason, que tava indo tão bem na temporada passada, e seu clã religioso bizarro. Mas dai vem o Eric, com aquele cabelo lambido, com aquele olhar enigmático, dizendo frases sarcásticas como todo bom líder. Gostei da história da Jessica e tem tudo pra dar certo. Agora eu não to entendendo mesmo qualé a da Maryann e cia. Tipo, ta virando Buffy? Cheio de monstros? Porque (spoiler pra quem não viu o episódio 3) o que diabos foi aquela cabeça de touro? NOT. Mas é aquela coisa: comecei a assistir e ainda ta cativando. Então bora sentar e esperar a próxima semana.

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Damages: terminei de ver a 2ª temporada. Dubaralho! Meu, essa série sim é muito boa. Ainda acho que a 1ª temporada foi melhor que a 2ª, mas com certeza essa não ficou pra trás. Pra não dizer que a série é perfeita, só achei que deu tudo certo de mais pra Patty e companhia. Po, reviravoltas e mais reviravoltas, confundindo nossa cabeça até dizer chega! Achei condizente a transformação da personagem da Ellen e no fim das contas ela não ser aquela Coca-cola toda que os roteiristas quiseram que a gente acreditasse no começo da temporada. Falando neles, acredito que eles escrevem o roteiro da temporada, rasgam o papel, jogam no ventilador e do jeito que cair no chão eles contam a história, porque meu, impossível entender esses caras. Grammy para eles.
Agora eu quero a 3ª temporada. E como toda boa série, eu tenho que esperar até janeiro de 2010 pra saciar minha sede de Damages.

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Sigo vendo It’s always sunny in Philadelphia, assim, descompromissadamente. Ainda to no 5º da primeira temporada. O episódio do baile de formatura, é simplesmente sensacional. Juro que eu até queria ter mais compromisso com a série, mas acho que eles nem se importam sabe? Parece que ela foi feita pra ver assim, como um alívio da vida. Afinal, mesmo em dias chuvosos, é sempre sol na Filadélfia. [piegas]

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Meu Orangotag (dei uma atualizada, depois aparece lá!) me avisou que tem episódio não visto de Samantha Who (RIP). Ainda não procurei saber, alguém ai ta sabendo se lançou os episódios restantes inéditos essa semana?

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Setembro ta quase chegando! To pensando em fazer cobertura do episódio da volta de Heroes ao vivo. Quem topa?

Recordar é viver

16/06/2009

Essa semana me deu uma vontade de ver ER. Assim, do nada. Vai dizer? A série é chatonilda, estilo Malhação troca-personagem-fica-mesma-história mas eu sempre gostei de ver os acidentes e as viagens que rolam. Alguém aí assistiu quando o helicóptero caiu na frente do hospital? E quando explodiu uma bomba no andar de cima do pronto socorro? Só boas lembranças. Como a morte do Dr. Green também.
Dai que eu resolvi baixar a última temporada (s15) e, pra contextualizar, baixei o último episódio da 14ª temporada. Engraçado como você não precisa acompanhar ER pra saber o que ta acontecendo: o Luka brigou com a Abby, o Pratt se apaixonou e blablabla. Tem uns personagens novos que ainda não fizeram sentido pra mim, mas também não tão atrapalhando. Eu, por enquanto só vi o último da 14 e o primeiro da 15, mas foi tudo beeem mais ou menos. Tá, o Pratt morreu (desculpa, não é spoiler nem pra minha vó). E o velório/cachaçada/despedida dele foi tão, mas tãããão sem graça… que ainda não tive coragem de baixar o resto da temporada. Tão dizendo que vale a pena porque todo mundo volta, o Dr. Ross (George Clonney),  o Dr. Carter (Noah Wyle) e ainda tem a participação da Alexis “Rory” Bledel de Gilmore Girls.  Vamos ver.
E ainda falando em participação, no episódio final da penúltima temporada, teve a participação do sempre-vilão Michael Gaston (Jericho, Fringe, sempre vilão) e do amiguinho viado Peter Ross de Smallville.  Adoro crossover nas séries.

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Ainda to vendo Damages, terminando a 1ª temporada e ainda to meio bobo com tudo que rola ali. Comentário a ser feito: eu NUNCA gostei de série de advogados e política (tá, tirando Jack&Bobby, mas porque a história era boa demais) como Law&Order, Justiça sem Limites e Shark. Mas Damages tá demais. DEMAIS. Tipo, alto nível.
Crossover da série também tem combo-vilão: o Zeljko Ivanek, ator esloveno que interpreta o vilão da 3ª temporada de Heroes,  o chefão dos vampiros em True blood, também é o advogado do diabo (trocadilho infame, só pra quem assiste a série).

Só eu que acho que a Glenn Close poderia ter feito o filme Diabo veste prada e teria levado o Oscar? Mes-ma-in-ter-pre-ta-ção. E ela é igualzinha a minha chefe. No último episódio que eu vi a Ellen mandou ela ir a merda. Ta, não foi com essas palavras, mas foi mais ou menos isso. No dia que eu fizer isso com minha chefe, já sabem.

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Comecei a ver It’s always sunny in Philadelphia e só de escrever o nome já é cansativo. A série tem humor irreverente, nenhum crossover (juro, eu gosto de ver uns rostos novos de vez em quando) e parece daquelas séries descompromissadas, que você vê quanto ta passando na televisão (não que seja meu caso). Vo apostar minhas fichas pra ver se é boa.

Assisti o final de temporada de True Blood. A série é realmente boa, diferente de tudo que eu já vi (e olha que eu já vi série de vampiro) com sotaques acadianos, sangue em excesso e assassino imprevisível. Mas então… é isso. Sério, não empolguei para a 2ª temporada como metade das pessoas. O episódio final foi fraco, sem um gancho muito grande, meio “resolvemos-o-problema-e-vamos-ser-felizes-para-sempre”. Só que ela é humana e ele é vampiro, o que faz não existir o para-sempre. 
Eu lembrei que uma das coisas que me fez querer ver a temporada completa, foi os cartazes da segunda temporada (que você confere aqui via @lostinlost). Aí, assim que eu acabei de ver o episódio final, corri pro site pra rever os cartazes, agora contexualizados… e não me empolgaram mais. Qualé a do Sam? Quem é a MaryAnn? E a Tara, se meteu onde nessa história? Sei lá.
Eu sei que dia 14 de junho, eu volto a ver o primeiro episódio da 2ª temporada. Se não me convencer de novo… vai pro saco.

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 Começando minha jornada de mid season, resolvi deixar Prision Break pra depois e fui assistir o primeiro episódio de Damages. Sempre ouvi falar muito bem da série, primeiro com o @legendado depois a @lucianalobato e pensei que eram duas fontes confiáveis o bastante para dar crédito (eu comecei a assistir Grey’s Anatomy e How I Met Your Mother por conta do Legendado). Resultado final: achei bom. O episódio se arrasta um pouco e eu tive que parar no meio do episódio pra fazer alguma coisa sem importância porque ele não tava me prendendo muito. Achei também que, para um primeiro episódio, ele não se da muito trabalho de apresentar bem os personagens e, até pelo contrário ele joga TODOS os personagens no episódio, bate no liquidificador e você entende o que entender. Mas a série é boa, com a interpretação sensacional da Glenn Close e narrativas complexas. O episódio se arrastou sim, mas no final veio aquele nó na garganta, aquela interrogação em cima da cabeça e a pergunta: porque eu não vi isso antes? Vo pegar essa semana a 1º e 2ª temporada.

Destaque para a excelente fotografia do começo do episódio, do Jonathan Freeman diretor de fotografia também de séries excelentes como Roma e Taken.

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