Drama, drama, drama.
30/09/2009
Grey’s Anatomy. Que episódio. Já escutei vários dizendo que não foi bom e tals. De fato, não foi excelente, mas foi Grey’s. O drama a flor da pele, os personagens lidando com o luto, as brigas, as discussões, os choros.
Eu começo comentando pelo choro da Izzie à beira da cama do George. Caraaalho, foi digna de fim de temporada. A cena toda, ela chocada com o desfiguramento do cara, a Meredith ali do lado, o Alex na porta. E a música triste no fundo. Doeu cara e pra mim foi o soco no estômago: George não está mais ali. O episódio todo (os 2) teve a Miranda meio revoltada, brigando com a Cristina por nada e com aquela cara de que não ta tudo bem. Infelizmente a Arizona caiu no clichê quando encontrou ela na porta do hospital e disse: “a gente tem que trabalhar porque é o que o George gostaria” Zzz Oi, você acabou de chegar na série, fica calada vai. Uma coisa chata mesmo foi a pulada no tempo, de 7 dias. Eu entendo que eles quiseram fazer uma coisa meio “cada um tem seu tempo de luto” mas os dias que precedem a morte são os mais fodas, experiência própria. Lógico que isso ajudou a construir a narrativa: a Miranda desabafando com o Derek no elevador; a Meredith chorando com o armário do George vazio; a Cristina se tocando da morte depois do sexo com o McArmy. Não menos importante teve a cena que mais gostei, dos 4 amigos sentados no enterro, rindo e dando gargalhadas da merda que ta a vida deles (e a série). Pode ter sido meio insensivel, mas muitas vezes é como as pessoas sabem lidar com as situações. E Grey’s é isso. Os médicos que lidam com situações médicas que refletem na vida pessoal deles. E pronto.
Vei, ta bizarro a Meredith ser filmada só do pescoço pra cima. Não da pra negar que ela ta gravida: ela ta mais redonda.
Ainda teve a fusão dos dois hospitais. Ok. Confesso que não gostei da idéia, mas… eu ainda acho que é por causa do luto de O’malley.
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Brothers and Sisters, que um dia já foi meu xodó, voltou depois de tanto tempo. Voltou com aquela cara de novela mexicana, cheia de problemas, com uma cena inicial de segurar o fôlego. Dai volta no tempo e a gente vê aquele mooonte de problema: Nora x Holly, Kit x Robert, Justin x Rebecca, Kevin x Scotty. A Nora tem se tornado uma das melhores personagens, porque ela é muito mãe mesmo e tenho certeza que eu não sou o único que vê isso. O Kevin, que já foi excelente, agora ta meio medíocre… o que era aquele cabelo? E essa história com o Scotty… ah gente, que mané casar, vamo ser solteiro pro resto da vida é mais legal. Não teve a Sarah e suas roubadas de cena, mas espero que eles corrigam essa gafe. Eu <3 Sarah Walker.
Ah, precisava cometar: essa temporada vai ter um filho bastardo de novo?
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Nem vo comentar Dexter, porque eu assisti o episódio vazado então já tem um tempinho. E se eu me sinto assim, é porque definitivamente não achei que a série deu uma evoluida. Eu nem lembro muito do episódio.
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Sobre o episódio de Heroes ontem, quero fazer duas perguntas: o que é aquela mulher vendo as cores do som? Aquilo é um poder? PS: eu sonho com o dia que eles vão se preocupar mais com cenas musicais e dar um pouco mais de realidade. A segunda pergunta é: o vilãozinho novo lá, o Samuel, qualé a dele com tintas? Jurava que ele controlava a terra.
Quem me responder (e me convencer), ganha um pirulito.
Mais estreias. Dessa vez, Dexter e Fringe
20/09/2009
Dexter
Agora Dexter Morgan é um “family man”. Casa no subúrbio, esposa e 3 filhos (os dois da casamento anterior da mulher mais o pequeno Harrison).
Morgan tem que rever sua maneira de executar suas matanças, pois não pode guardar seus equipamentos em casa (tem que deixá-lo no velho apartamento). No entanto, achei o primeiro episódio cansativo e quase dormi no meio, assim como personagem Dexter quase dorme o tempo inteiro, pois não consegue dormir de noite, por causa do bebê.
Mas para nossa alegria, já temos um serial killer da temporada, agora é ver se o programa pega no tranco.
Fringe
Enquanto Dexter foi morno, Fringe já chegou quente. E adorei a cena no começo do programa que mostra uma televisão passando Arquivo X, já que a comparação é inevitável por que não fazer uma homenagem (?).
No fim da temporada passada, Olívia Dunham conheceu o Dr. Willian “Spock” Bell, no universo paralelo. Agora ela volta pra nosso mundo e sofre um atentado dos tais soldados (que não sabemos de onde são e o quê querem) e quase morre. Daí ela se lembra que foi a algum lugar, encontrar alguma pessoa, mas não se lembra direito. Isso com certeza será o ponto principal da temporada.
Mas o ponto alto, foi o tal do transmorfo (soldado do mal) assumir a forma do agente do Charles Francis. Isso sim fará com que fiquemos grudados na cadeira, sabendo que ele quer matar Olívia, mas com a forma de seu amigo, ela nem desconfiará.
Além disso, a cenas de Walter e Peter estão cada vez mais hilárias. Ainda mais que soubemos, na temporada passada, que Peter da nossa realidade morreu quando criança e Walter foi na realidade paralela buscar o outro Peter. Esse parágrafo lembra uma frase do primeiro episódio: Do you think it’s a bad sign that I can say that out loud and neither one of us thinks I’m crazy? (É um mau sinal eu dizer isso em voz alta… e nenhum de nós achar que enlouqueci?)
Uma nova personagem entra na trama, agente Jessup. Ela fica “curiosa” sobre o trabalho que é feito sob a liderança de Broyles, mas a divisão Fringe é fechada por falta de resultados tangíveis.
O carinho amor platônico entre Olívia e Peter no melhor estilo Mulder e Scully cada dia fica mais evidente.

